Ocupação Rio Diversidade

captura-de-tela-2017-01-02-as-16-36-01Recém-indicada ao PRÊMIO SHELL na CATEGORIA INOVAÇÃO por fomentar a discussão em torno da identidade de gênero através do teatro, OCUPAÇÃO RIO DIVERSIDADE, idealizada por Marcia Zanelatto, reestreia no Teatro SESI dia 12 de janeiro. O espetáculo apresenta quatro peças curtas dos dramaturgos Marcia Zanelatto, Daniela Pereira de Carvalho, Joaquim Vicente e Jô Bilac, com direção de Guilherme Leme Garcia, Renato Carrera, Cesar Augusto e Ivan Sugahara, respectivamente. Em cena estão Larissa Bracher, Kelzy Ecard, Thadeu Mattos e Gabriela Carneiro da Cunha, em apresentações solo.

AS PALAVRAS E AS COISAS / TRABALHOS DE AMORES QUASE PERDIDOS

parasiteO autor e diretor teatral Pedro Brício ocupa o Teatro Ipanema de 11 de janeiro a 06 de fevereiro com duas peças, uma oficina gratuita de dramaturgia a partir de Shakespeare e o lançamento do livro com o texto da peça “As palavras e as coisas” pela Editora Cobogó. Nos últimos 15 anos, Pedro Brício vem se destacando em projetos como autor, diretor e ator – já escreveu mais de 10 textos adultos e 3 infantis. Dentre as peças adultas estão A incrível confeitaria do Sr. Pellica (2005), pela qual ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor; Cine-Teatro Limite (2008), pela qual ganhou o Prêmio Contigo; Me salve, musical! (2010); Trabalhos de amores quase perdidos (2011); A outra cidade (2013) e Breu (2012), espetáculo vencedor do prêmio Questão de Crítica.

VIROU O QUE VIROU

virou-o-que-virou-foto-de-bruno-atra-10O ator e autor Eber Inácio, um dos criadores e intérpretes dos espetáculos “Buraco da Lacraia Dance Show” e “Buraco da Lacraia Cabaré On Ice”, reestréia no dia 14 de janeiro no Espaço Cultural Sergio Porto a comédia de sua autoria VIROU O QUE VIROU. A peça conta a história de uma mulher solitária que, insatisfeita com a sua vida, sempre sonha em se transformar em outras coisas ou pessoas, acreditando que assim poderia ser mais feliz. De tanto querer ser outra coisa, um dia seu corpo começa a se transmutar e ela acorda em um corpo de homem.

 

CABEÇA (um documentário cênico)

leonardo-corajo-lucas-gouveia-e-guilerme-miranda-ao-fundo-altaINDICADA AOS PRÊMIOS SHELL E CESGRANRIO, AMBOS NAS CATEGORIAS MELHOR TEXTO E MELHOR DIREÇÃO MUSICAL.

VOLTA EM FEVEREIRO!

Com dramaturgia e direção de Felipe Vidal, a peça celebra os 30 anos do álbum “Cabeça Dinossauro”, da banda de rock TITÃS, criando um uma ponte entre o ano de 1986 e os dias atuais através dos temas das canções do disco em diálogo com histórias pessoais dos atores do espetáculo. As canções de “Cabeça Dinossauro”, todas executadas ao vivo na mesma sequência do álbum, são a espinha dorsal do espetáculo que, assim como o disco de vinil, se divide em LADO A e LADO B – primeiro e segundo atos da peça.

“O Escândalo Philippe Dussaert”

IMG_5592_1INDICADA AOS PRÊMIOS SHELL E CESGRANRIO DE MELHOR ATOR, A PEÇA SEGUE NO TEATRO MAISON DE FRANCE.

Depois de atuar em mais de 35 peças e escrever outras 10 em mais de 40 anos de carreira, o ator, autor e diretor Marcos Caruso estreia seu primeiro trabalho solo. O texto do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, que virá para a estreia, é inédito no Brasil e tem direção de Fernando Philbert e tradução de Marilu de Seixas Corrêa.A peça investiga com fino humor os limites da arte contemporânea e as polêmicas em torno do assunto, através da história de um escândalo do pintor francês Philippe Dussaert.

Clarice e eu – o mundo não é chato

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NOVO HORÁRIO EM 2017: sextas e sábados às 19h e domingo as 18h30, no TEATRO VANNUCCI.

Depois de 18 anos do grande sucesso de Rita Elmôr em “Que Mistérios tem Clarice”, a atriz retoma o universo da escritora roteirizando e interpretando textos de Clarice Lispector e seus, com direção de Rubens Camelo. O foyer do teatro será ocupado por uma exposição de fotos de Daniel Mattar, que fez um ensaio exclusivo de Rita Elmôr caracterizada como Clarice Lispector. Na peça, atriz (Rita Elmôr) e escritora (Clarice Lispector) se misturam ao contar as suas histórias. Por vezes a história de uma serve à história da outra – no decorrer da ação, nem sempre sabemos quem está falando. Com leveza e humor, e como numa conversa entre amigos, a peça convida o público a refletir sobre diversas situações do cotidiano.

A Alma Imoral – 10 ANOS

 

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No ano em que comemora dez anos consecutivos em cartaz, Clarice Niskier segue com “A Alma Imoral” em São Paulo, no Teatro Eva Herz, Livraria Cultura. O texto da peça é uma adaptação de Clarice Niskier para o teatro, a partir do livro homônimo do rabino Nilton Bonder. A supervisão da montagem é de Amir Haddad. A peça estreou em meados de 2006 no Rio de Janeiro numa pequena sala de 50 lugares e de lá seguiu para um teatro de 400 lugares, onde chegou a ficar em cartaz de terça a domingo. E dali ganhou o Brasil, em teatros de Norte a Sul do país.