FLAVIO MARINHO, LIVRO UM AMOR DE VINIL

fotinhoO dramaturgo, diretor teatral e jornalista Flavio Marinho lança no dia 19 de abril na Livraria da Travessa de Ipanema mais um livro, o seu 17º: UM AMOR DE VINIL. O livro é o texto integral da peça “Um Amor de Vinil”, com direção de Andre Paes Leme, que cumpriu temporada no Teatro Raul Cortez, em São Paulo; no Imperator, no Rio de Janeiro, e chega agora ao Teatro do Leblon, também no Rio. Flavio, que comemora 30 anos de carreira e 20 peças escritas, levou quatro meses para escrever este texto, que inclui a pesquisa de letras de 20 músicas consagradas da MPB dos anos 60 e 70, inseridas no texto como diálogos da peça.

 

MAIOR QUE O MUNDO

8B4A7995“Maior Que O Mundo”, com texto e atuação de Hernane Cardoso e direção de Augusto Madeira, faz curta temporada no Teatro Cesgranrio. Ser enquadrado na forma perfeita ou aceitar seu corpo e sua alma? Este é o dilema de João, um jovem “acima do peso” que busca na cirurgia bariátrica uma solução e um caminho para ser aceito pela garota que ama e pelo mundo em que vive. Com direção de Augusto Madeira, o ator e autor Hernane Cardoso leva à cena de forma bem humorada o advento da “gordofobia” e as questões universais relativas à aceitação do que é diferente

ISADORA

fotinhoCom direção de Elias Andreato, o espetáculo está em cartaz no Teatro dos Quatro. No elenco estão Melissa Vettore, Roberto Alencar, Patrícia Gasppar, Jonatan Harold (piano) e Daniel Dantas (ou Sávio Moll) em participação especial. A peça reinventa os últimos dias da bailarina Isadora Duncan (1877-1927) em Nice, na França, quando ela volta de um conturbado período vivendo na Rússia e conhece um misterioso e inteligente editor, que pretende publicar seu livro de memórias. Ele a provoca, trazendo à tona a mulher verdadeira por trás do mito da artista libertária. A dramaturgia foi construída a partir da autobiografia, das cartas, documentos, documentários e manuscritos de Isadora. O espetáculo conta com música ao vivo, canto, coreografias e projeções.

UM ATO!

Um Ato de Marcia do ValleMarcia do Valle está de volta à cena com o espetáculo “Um Ato!”, seu primeiro solo em 30 anos de carreira no teatro. O roteiro é de Renato Farias, e a direção de Gaby Haviaras e Renato Farias. A atriz conta pequenas histórias e algumas poesias que falam de temas como os universos feminino, masculino e infantil, perdas, opressão, violência, cotidianos, guerras e renascimentos. Textos de Affonso Romano de Sant’Anna, Mario Quintana, Eduardo Galeano, Paulo Leminski, Wislawa Szymborska e Viviane Mosé – oito linguagens que trazem olhares e experiências de vida em escritas potentes. A atriz conversa com a plateia, dando corpo e voz às histórias retiradas dos livros, entremeando a cena com a música de Pedro Gracindo.

OESTE VERDADEIRO

fotinhoDepois de “Criança Enterrada”, de Sam Shepard, montada em 2016, Mario Bortolotto dirige seu segundo texto do autor americano – “Oeste Verdadeiro” (True West). Nesta montagem, com tradução de Ana Hartmann, estão em cena Sérgio Guizé, Carcarah, Mara Faustino e Walter Figueiredo.  A peça conta a história do reencontro depois de anos dos irmãos Austin, bem sucedido, que vive uma vida confortável como roteirista de cinema e TV, e Lee, um outsider, selvagem, que passa grande parte de seu tempo no deserto e se sustenta através de roubos. Mutuamente provocados por uma mistura de aversão e inveja, os dois irmãos se confrontam quase ao ponto da morte.

JOSEPHINE BAKER – A VÊNUS NEGRA

fotinhoA história da dançarina, cantora, atriz e humorista Josephine Baker (1906-1975), norte-americana naturalizada francesa que conquistou o mundo com sua arte e talento, apesar das críticas ao seu estilo de vida rebelde e liberal. No palco, a dança selvagem, a sensualidade e o deboche. Fora dele, a luta pela igualdade racial, a defesa da miscigenação e da convivência harmônica entre os povos. É essa mulher e artista à frente de seu tempo que o espetáculo “Josephine Baker, a Vênus Negra”, com texto de Walter Daguerre e direção de Otavio Muller, pretende apresentar ao público. No papel de Josephine Baker, Aline Deluna, acompanhada pelo trio de jazz formado por Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer (contrabaixo, violão e guitarra) e Jonathan Ferr (piano e escaleta).

TUDO SOBRE ELAS

fotinhoTUDO Sobre ELAS, com texto de Emilio Boechat e direção de Barbara Bruno, estreia dia 31 de março no Teatro Nathalia Timberg. Em cena, as atrizes Sonia Lima e Nina de Pádua dão vida a duas mulheres que passarão suas vidas a limpo num encontro decisivo e cheio de revelações. A peça é livremente inspirada nos filmes A Malvada (1950, de Joseph L. Mankiewicz, com Bette Davis e Anne Baxter), e O Que Teria Acontecido a Baby Jane? (1962, de Robert Aldrich, com Bette Davis e Joan Crawford), clássicos do cinema americano dos anos 1950 e 60.

KILLER JOE

hudsonmotta_4991Depois de duas temporada em São Paulo e uma no Rio de Janeiro, KILLER JOE, com texto do premiado dramaturgo, roteirista e ator norte-americano Tracy Letts e direção de Mario Bortolotto, volta à cena para sua quarta temporada. A tradução é de Maurício Arruda Mendonça, e no elenco estão Aline Abovsky, Ana Hartmann (vencedora do 8º Prêmio Quem como Atriz Revelação por este trabalho), Carcarah, Fernão Lacerda e Gabriel Pinheiro. Texto inaugural de Tracy Letts na dramaturgia, KILLER JOE foi escrita em 1991, e dois anos mais tarde fez a sua estreia mundial no pequeno espaço Lab de Evanston, em Illinois, Chicago. Depois disso já foi encenada em 15 países em temporadas concorridas em Edimburgo, Nova York, Londres, recebeu prêmios e foi traduzida para 12 idiomas.

Instabilidade Perpétua

INSTAB_PERPET_ESTREIA_2017_DSC04317Soraya Ravenle estreia seu primeiro solo teatral. Baseado no livro homônimo do escritor Juliano Garcia Pessanha, composto por ensaios filosóficos, poéticos e historietas, o espetáculo oferece ao espectador uma maneira de enxergar a vida através das próprias feridas. Com delicadeza e contundência, Ravenle instiga o público com aspectos filosóficos da existência humana em sociedade. A encenação despojada é o resultado de um processo colaborativo que, curiosamente, contou com quatro diretoras: Daniella Visco, Georgette Fadel, Julia Bernat e Stella Rabello. A cena reúne filosofia, poesia, ficção, música e dança sem que nenhuma dessas formas de expressão se sobreponham às palavras do autor e sem estabelecer fronteiras entre essas linguagens.

“O Escândalo Philippe Dussaert”

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VENCEDORA DOS PRÊMIOS SHELL, CESGRANRIO E BOTEQUIM CULTURAL DE MELHOR ATOR E DO PRêMIO DO HUMOR COMO MELHOR ESPETÁCULO. INDICADA AO PRÊMIO APTR DE MELHOR ATOR.

Depois de atuar em mais de 35 peças e escrever outras 10 em mais de 40 anos de carreira, o ator, autor e diretor Marcos Caruso estreia seu primeiro trabalho solo. O texto do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, que virá para a estreia, é inédito no Brasil e tem direção de Fernando Philbert e tradução de Marilu de Seixas Corrêa.A peça investiga com fino humor os limites da arte contemporânea e as polêmicas em torno do assunto, através da história de um escândalo do pintor francês Philippe Dussaert.